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Self Checkout Schalter é tendência em supermercados

Tendência do ramo supermercadista, as máquinas de self chekout - em que o próprio cliente passa, paga e coloca na sacola os produtos, excluindo assim a necessidade de um empregado de caixa - vão ganhando espaço em Criciúma e região. Na cidade, pelo menos três empresas usam a nova tecnologia, já costumeira no exterior e presente com força em outras regiões do país e do estado. A evolução empolga clientes em busca de diminuir tempo nas lojas e supermercadistas que visam diminuir as filas.

No último mês, pela primeira vez uma grande loja supermercadista do Centro de Criciúma implementou o serviço, com seis máquinas em que o próprio cliente realiza as operações. A tecnologia é empregada no município desde 2018, em outra rede que atende regiões mais periféricas da cidade. De acordo com o vice-presidente Regional Sul da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Nazareno Dornelles, o serviço deve abranger novas lojas e cidades no Sul catarinense.

self checkout

Gerente da loja explicando como funciona o autoatendimento (fotos Heitor Araujo)

"É uma tendência que esse serviço se estenda a outras lojas da região. Os supermercados tendem a usar bastante a inovação e tecnologia, esse é o caminho. Os tempos e os hábitos de consumo são outros, os clientes estão com menos tempo e os supermercados oferecem esses serviços para maior agilidade e comodidade", explicou.

Em um supermercado da Próspera, onde a máquina de self-checkout está em operação há dois anos, a estimativa da gerência é de que, diariamente, 400 dos quase 2,5 mil clientes passem as próprias compras, nas duas máquinas disponibilizadas pela loja. Eduardo Fernandes, 23 anos, é um dos clientes que opta pelo serviço, mesmo em um horário de menor movimento no supermercado.

Eduardo, (cliente) conta que também já teve problemas com a máquina, mas admite que foi causado, possivelmente, por mau uso. Ele projeta que os consumidores cada vez mais tenham à disposição o self- checkout. "Acredito que no futuro a tendência é infelizmente ter menos mão de obra e mais tecnologia", aponta.

Essa é uma das preocupações que o uso da tecnologia traz. O vice-presidente da Acats nega que o setor possa passar por demissões ou até que diminua custos de operação com as máquinas do self-checkout. No entanto, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Criciúma, Gelson Gonçalves, projeta que possa haver diminuição de vagas de emprego, seja com futuras demissões ou a não reposição de funcionários que peçam para sair.

 "Já tem em várias empresas de fora que usam essa tecnologia, como acontece em Florianópolis em um supermercado que há mais de ano tem o caixa automático. Assim vai indo. A tendência acho que é essa, do uso desses caixas. Nos Estados Unidos não tem ninguém para atender nos postos de gasolina, por exemplo. Isso também pode chegar aqui. Acaba tendo menos empregados e mais lucros para a empresa", afirma. Ele conclui que até o momento o reflexo de uma possível queda do número de empregos não foi sentido na região. "Por enquanto não tem nada, mas pode ocasionar em caixas demitidos no futuro". Por outro lado, a Acats mostra-se entusiasmada com o uso da tecnologia. "A Acats prestigia, concorda e incentiva para que os supermercados empreguem esse serviço para os consumidores, para dar mais agilidade e conforto para os consumidores", concluiu Nazareno. 

Palavras-chave: Autoatendimento, Totem de autoatendimento, Terminal de autoatendimento, Kiosk, Tecnologia, Inovação, Supermercadista, Self-Checkout