
Rafael Duarte
Conteúdo criado por um humano
Totens de autoatendimento oferecem praticidade, agilidade e redução de filas: tanto para os clientes quanto para as equipes internas. No entanto, após a instalação, é essencial acompanhar indicadores para garantir que essas soluções estejam realmente entregando valor e melhorando a experiência do usuário.
Será que os seus totens estão atendendo às expectativas do público e proporcionando retorno sobre o investimento? Neste artigo, você vai descobrir como medir o desempenho dos totens e quais métricas analisar para identificar oportunidades de melhoria.
Por que medir o desempenho dos totens?
A simples instalação de um totem não garante sua adoção pelo público. Algumas empresas percebem, com o tempo, que os equipamentos não estão sendo utilizados como esperado. Outras enfrentam desafios como transações incompletas, baixa confiança dos usuários ou falta de engajamento.
A boa notícia é que esses problemas podem ser diagnosticados e resolvidos com base em dados. A maioria das plataformas de gestão de totens oferece relatórios detalhados que ajudam a entender o comportamento do usuário e o desempenho dos equipamentos.
Quais indicadores acompanhar?
A seguir, listamos os principais indicadores (KPIs) para acompanhar a performance dos totens de autoatendimento e o que eles revelam sobre a experiência do usuário.
1. Volume de Uso
O que observar: Acompanhe o número de sessões diárias, semanais e mensais. Dependendo da aplicação do totem, análise também ações específicas, como transações finalizadas, formulários preenchidos ou documentos impressos.
Possíveis causas de baixo uso:
- Falta de sinalização
- Localização inadequada
- Usuários não sabem da existência do totem
- Dificuldade de uso
Como melhorar:
- Posicione o totem em áreas visíveis e de fácil acesso
- Instrua a equipe a incentivar o uso
- Utilize comunicações visuais claras e intuitivas
2. Tempo de Interação
O que observar: Verifique quanto tempo os usuários gastam em cada sessão e se conseguem finalizar as ações pretendidas.
Sinais de alerta:
- Sessões muito longas
- Transações incompletas
- Abandono no meio do processo
Como melhorar:
- Simplifique as telas e fluxos de navegação
- Reduza o número de etapas
- Revise elementos que possam causar confusão
3. Taxa de Conclusão de Transações
O que observar: Meça a quantidade de transações iniciadas versus as concluídas com sucesso.
Sinais de problema:
- Alto índice de desistência
- Falhas recorrentes em etapas como pagamento ou login
Como melhorar:
- Revise onde ocorrem as desistências
- Teste diferentes layouts de interface
- Certifique-se de que todos os recursos (como leitores de cartão e impressoras) estão funcionando corretamente
4. Disponibilidade e Funcionamento
O que observar: Monitoramento da disponibilidade dos equipamentos, tempo de inatividade e frequência de falhas técnicas.
Sinais de alerta:
- Totens fora do ar com frequência
- Relatos constantes de erro
- Baixa confiança do usuário
Como melhorar:
- Estabeleça rotinas de manutenção preventiva
- Implemente alertas automáticos para falhas
- Use ferramentas de monitoramento remoto
5. Feedback dos Usuários
O que observar: Comentários coletados por meio de pesquisas no próprio totem ou relatos da equipe que acompanha o uso.
Sinais de problema:
- Reclamações recorrentes sobre dificuldade de uso
- Necessidade constante de assistência
- Resistência dos usuários
Sinais de problema:
- Reclamações recorrentes sobre dificuldade de uso
- Necessidade constante de assistência
- Resistência dos usuários
Como otimizar a experiência de autoatendimento
Depois de analisar os dados, defina metas claras de melhoria. Por exemplo:
- Aumentar o uso em 25%
- Reduzir o tempo médio de atendimento em 20 segundos
- Melhorar a taxa de conclusão de transações em 30%
É importante também revisar periodicamente esses dados para acompanhar a evolução e implementar ajustes contínuos.
Dica extra: envolva sua equipe no processo
A equipe que está no dia a dia do atendimento pode oferecer insights valiosos sobre o comportamento dos usuários. Envolvê-los na análise dos dados e no planejamento das melhorias pode acelerar os resultados.
Conclusão: Totens Inteligentes Exigem Monitoramento Inteligente
Totens de autoatendimento são ferramentas poderosas, mas precisam ser bem monitorados e ajustados constantemente para entregar todo o seu potencial. Acompanhar métricas como uso, tempo de interação, taxa de conclusão e feedback dos usuários permite identificar falhas e oportunidades de melhoria.
Mais do que instalar tecnologia, o sucesso está na gestão contínua da experiência do usuário. Um totem bem posicionado, bem mantido e com interface intuitiva tem grande potencial de transformar o atendimento e gerar valor para toda a operação.
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